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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Raiva


"Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de o atirar em alguém. É sempre quem levanta a pedra que se queima."

Buda

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Experimente

Há várias centenas de meses, que lhe cabe assistir a um espetáculo, do qual você, ao mesmo tempo é comparsa mínimo. Expectador dos outros e de si mesmo. Curiosa situação, né? Essa a de tanta gente. E nem excessão você é. Não se envaideça. Não se melancolize. Experimente (sempre!) viver.

Carlos Drummond de Andrade

domingo, 6 de setembro de 2009

As Injúrias

Observando os costumes humanos, o Senhor Buda viu que muitos males provinham da rapidez com que os vaidosos e egoístas criticavam nesciamente o próximo, e disse aos seus discipulos:
- Se um néscio me ofendesse, lhe responderia com um cordial e sincero amor. Quanto maior mal me fizesse, maior bem eu lhe faria. O perfume da bondade estará sempre comigo, e o fétido alento do mal sopraria contra ele.
Sabendo um néscio que Buda pregava o mandamento do amor que prescreve restituir com o bem o mal recebido, aproximou-se dele e injuriou-0 gravemente.
Tornou a injuriá-lo, e quando já não encontrava palavras para ofendê-lo, o Buda perguntou-lhe:
"Filho meu; se alguém recusa o presente que outro lhe oferece, para quem fica o presente?
O néscio respondeu:
- Para quem lhe ofereceu.
O Buda continuou:
- Pois bem meu filho: injuriaste-me e eu recusei tuas injúrias. Guarda-as para ti. Não serão para ti fonte do mal? Assim como o eco pertence ao som, a forma ao corpo, também o mal consumirá o autor do mal."
O néscio não soube o que responder, e o Senhor prosseguiu dizendo:
"O malvado que injuria o virtuoso, assemelha-se ao que cospe ao céu, porém recebe no rosto o que cuspiu.
Aquele que calunía, assemelha-se a quem com o vento contrário, tenta atirar um punhado de pó no rosto de outrem. O pó cega os olhos de quem o atirou.
Ningém pode ferir o virtuoso; sobre seu próprio autor recairá o mal que alguém lhe tentar fazer."
O ofensor afastou-se vagarosamente, envergonhado; porém depois regressou, arrependido e refugiou-se no Buda, no Dharma e no Sangha.

Fonte: O Evangelho de Buda - Yogi Kharishnanda

domingo, 23 de agosto de 2009

Despertar

Quem se desperta para o conhecimento da verdade, livra-se de todo o temor e conhece a futilidade de suas inquietações, ambições e sofrimentos. Acontece que, às vezes, ao sair de um banho, a gente pisa numa corda úmida e a confunde com uma serpente; e horrorizada, sofre a agonia idêntica à causada por uma picada venenosa. Quão alegre, ficará o homem ao reconhecer o seu engano e a não existência de tal serpente! O motivo de seu espanto está em seu erro, em sua ignorância e ilusão. Quando souber que pisou numa corda, reconquistará o sossego e a tranquilidade.

Fonte: O Evangelho de Buda - Yogi Kharishnanda

sábado, 22 de agosto de 2009

Imaginação

Pode ser nossa felicidade e nossa desgraça.
A diferença está no que fizermos dela.
A imaginação é tão natural em nós como a respiração.
Escolher o ambiente em que respiramos, faz toda a diferença para nossa saúde física.
Escolher a imaginação que queremos produzir, faz toda a diferença para nossa saúde espiritual.

A saúde espiritual será sempre a nossa felicidade.
A doença espiritual a maior de nossas desgraças.

No fluxo da vida, provaremos bebidas amargas e doces licores.
Como digerimos, fará toda a diferença.
E já que podemos imaginar...
Façamos sempre do limão uma limonada...

domingo, 9 de agosto de 2009

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